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8ª Sessão Ordinária - 08/04/2026

Legislação
Sessão Ordinária

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Ata da 8ª Sessão Ordinária Realizada no 3° período na 2ª Sessão Legislativa da 9° Legislatura da Câmara Municipal de Capixaba - AC.

Aos oito dias de abril do ano de dois mil e vinte e seis, às nove  horas, na Câmara Municipal de Capixaba, em sua sede própria, sito à Avenida Governador Edmundo Pinto, nº 1.220, Centro, em Sessão Ordinária presidida pelo Vereador Presidente Diego Souza Nascimento e secretariado pelo Vereador Willian Tessinari Xavier, reuniram-se os Vereadores: Felipe Costa de Souza, Sebastião Oliveira da Silva, Bruno Caetano Silvestre Machado, Marconde Freitas da Silva e Adriano de Lima Ingre, Richard Lima de Oliveira. EXPEDIENTE: Foi lido o Ofício nº 004/CMP/26 no qual a vereadora Ângela Maria Alves de Paula justifica sua ausência no dia sessão. Ofício nº 021/26, assunto, reiteração do oficio nº 147/2025.  PEQUENO EXPEDIENTE. 1º ORADOR - Diego Souza Nascimento. Bom dia a todos. Quero agradecer ao nosso Deus pela oportunidade de estarmos aqui. Cumprimento a mesa em nome do presidente Felipe, em nome das nossas comissões, nosso vereador Richard, servidores dessa casa, em nome da nossa jurídica doutora Tânia, que ontem fez aniversário. Deus abençoe sua vida. Muitos anos de vida. Felicidade de rever aqui hoje nossos amigos, nosso assentamento ao Cobras, as mães, os pais, motoristas, seus filhos. Tivemos ali ontem naquele assentamento uma reunião para tratar sobre o início do ano letivo, que não era para acontecer. Hoje é dia 7 de abril de 2026 e até o presente momento não foi iniciado as aulas do nosso projeto de assentamento ao Cobras na nossa escola Nova Esperança. Tivemos ali ontem mais de 70 pais, alunos, diretores, professores, servidores, o diretor do núcleo, secretário de educação e eu representando a câmara. O que a gente sugeriu hoje que após a sessão a gente levasse essa problemática toda para quem pode resolver de fato e direito que é o prefeito da nossa cidade e acabar aqui. Todos os vereadores estão convidados para se fazer presente nessa reunião na prefeitura. Aonde me entristece muito como já foi dito. Dia 7 de abril de 2026 e os filhos de vocês estão perdendo aula. Aonde as máquinas estão no Cobras já mais de um mês e por motivo de óleo diesel e por falta de óleo não estão trabalhando. A gente sabe que tem um período invernoso, sim, sabemos. Mas sabemos também que vocês têm o direito de ir e vir. Os filhos de vocês não podem perder aula. Sabemos que existe lei que tem cargo horário do eletivo. E vocês, de jeito que está indo, vão entrar em sábado, vão entrar em dezembro e vão entrar em janeiro para suprir toda essa necessidade. Quero dizer para vocês que a câmara tem cobrado desde o primeiro dia que nós estamos aqui. Há mais de um ano do poder executivo. Tanto dos secretários e do prefeito. Então, hoje, quando acabar aqui, a gente vai ali. Fico feliz que vocês venham aqui hoje. Nós, enquanto representantes de vocês e do povo, Sebastião, que é o vereador e que representa vocês, que cobra vocês aqui, muito bem, defendem vocês. Nós, hoje, vamos unir a força à tarefa e que o prefeito, de fato, de direito venha resolver toda essa situação. O que não dá é que vocês sofrem, os filhos de vocês sofrem. Vocês estão pagando preço alto por conta de ramal, por conta de acesso que não está dando. E outra pauta nesse pequeno experimento também é sobre o salário atrasado na nossa cidade, que era para ter sido pago dia 30 e hoje é dia 7. As pessoas passaram o feriado de Semana Santa sem dinheiro. Servidores, professores. E isso é realmente uma coisa muito triste para a nossa cidade, porque quem trabalha precisa receber em dias. Então, fica aqui também o meu repúdio à administração em relação à gestão ao financeiro que não foi pago o salário e toda essa situação que vocês estão sofrendo. Do mais a este pequeno experimento, volto no grande. 2° ORADOR – Vereador. Sebastião Oliveira da Silva. Bom dia, meus amigos. Quero cumprimentar aqui o dispositivo na pessoa do nosso presidente, Diego Paulista. Cumprimentar mesmo nas comissões em nome do nosso vereador Marcondes. Parabenizar aqui já a nossa doutora. Deus abençoe mais um ano de vida. Cumprimentar aqui o nosso público presente. Cumprimentar os nossos amigos da OCOBRAS. Ali o Jorge, motorista de onde falar. Todas as mães que estão aqui. O José também, que é motorista. Cumprimento todos vocês. Essa casa aqui é de vocês. Eu fico feliz quando a gente vê uma representatividade dentro do nosso assentamento aqui na Casa do Povo. Essa casa aqui é de vocês. As portas estão abertas para quando vocês quiserem vir ou vir aqui às sessões. As portas abertas. Estamos aqui à disposição cumprimentar aqui o nosso coordenador núcleo, Sr. Alcimar. Como eu digo, o nosso presidente falou aqui a questão do ano letivo. São 200 horas que precisa ser cumprida dentro do padrão da escola. E a gente sabe que hoje está atrasado o ano letivo devido às condições dos ramais. Tenho cobrado, tenho sentado com o prefeito, tenho contado a situação. Eu tenho rodado os quatro cantos daquele assentamento. Eu vejo a situação que vocês estão passando e vejo a situação que os filhos de vocês precisam estudar. Quero aqui já parabenizar o coordenador do núcleo, Sr. Alcimar. Já mais uma vez antecipou, adiantou mais uns dias para frente para ver se enxuga para a prefeitura fazer aqueles ramais. Tenho cobrado o Manoel, tenho colocado a situação. O ramal do Antônio Costa dentro do começo do ramal do Arriga até perto do Rio não está fácil. Precisa fazer todinho aquele ramal. Não só lá, também o ramal do Jarina. Tenho sentado com ele. Hoje as máquinas estão paradas, como disse o presidente. Está fazendo, atendendo os pontos críticos, como nós atendemos ali no Zaqueu Machado e o ramal do Pedro Agostinho. Foi o único canto que deu para nós atender até agora. E a minha preocupação é tremenda, é imensa por ver os filhos de vocês precisando completar essa carga horária no ano antigo e hoje foi suspendido mais uma vez. Hoje é 7 de abril. A aula está começando, mas infelizmente não começou devido às condições do ramal. Não só ramal, ponte também. Tenho visto também a preocupação do secretário de obra com a boa vontade para fazer, mas hoje, infelizmente nós precisamos da atitude da gestão para poder ser concluído aquele trabalho. A gente viu aí a preocupação do nosso coordenador do núcleo, Seu Alcimar, preocupado para começar o ano antigo, mas não foi possível. Quero agradecer já também a paciência de vocês que vocês estão tendo dentro daquele assentamento. Vocês precisam ver os filhos de vocês estudar. Quero agradecer cada vereador aqui também. Não foi só eu que cobrei, mas todos esses vereadores aqui têm cobrado a situação da Alcobraz. Quero parabenizar todos os vereadores aqui. Sou do vereador Marconi, vereador Ritchie, o vereador Bruno, todos os vereadores aqui têm também cobrado essa situação. E a gente está dependendo hoje do nosso prefeito, da gestão, para poder a gente concluir aquele trabalho ali. Foi cedido também uma máquina para tampar aqueles buracos ali do asfalto. Ainda não foi possível devido a demanda precária que está tendo nos nossos ramais. Ainda não foi possível a gente deslocar as máquinas para lá para poder tampar aqueles buracos. Porque a gente sabe que a situação dentro do ramal está mais difícil do que a situação do asfalto. E a nossa preocupação é grande por isso. No mais, quero agradecer o meu pequeno expediente. GRANDE EXPEDIENTE -  1º ORADOR – Vereador. Bruno Caetano Silvestre Machado. Bom dia a todos. Cumprimento aqui a mesa e os colegas vereadores em nome do nosso presidente Diego. Cumprimento todo o público presente em nome do nosso amigo Mago, que veio nos assistir hoje. Saiu recentemente da nossa Alcobrás, mas o coração ainda está lá, né, Mago? Todas as mães e os pais que estão aqui também lá da nossa Alcobrás. Todos que nos acompanham pelas redes sociais. E quero iniciar meu discurso aqui hoje, parabenizando a doutora Tânia, que é minha mãe. Dizer à mãe que eu sou grato por tudo que você fez por mim, por tudo que você faz por mim. É um privilégio muito grande. É um privilégio que nenhum dos vereadores teve e eu acho que nem vai ter de poder trabalhar dentro dessa casa junto com uma mulher que eu admiro, que eu tenho como exemplo de mulher na minha vida. Muito obrigado por tudo e eu amo você. Amigos, como já foi iniciada a fala aqui pelos outros vereadores, é necessário falar sobre a situação do transporte escolar, a situação dos nossos ramais, e é inaceitável que vocês, mães, precisem perder um dia de serviço, precisem perder uma manhã toda pra vir aqui em Capixaba conversar com o prefeito pra reivindicar o que é de direito de vocês. É inaceitável que vocês tenham que deixar suas casas, enfrentar um ramal ruim, pagar para vir aqui para reivindicar o que já deveria estar pronto. Não tem mais condição, colegas vereadores, da gente aceitar isso no nosso município. Como foi falado aqui na sala, tem mães que estão com medo de perder o seu Bolsa Família porque, infelizmente, essa é a renda que mantém a sua casa. Se a criança não frequenta a escola, corre o risco de perder o Bolsa Família, sim. Sem contar todo o prejuízo em relação ao ano letivo; depois tem que estar mandando criança no fim de semana, tem que entrar em dezembro, tem que entrar em janeiro, período de férias, e tudo isso poderia ter sido evitado com o trabalho bem feito dos ramais. Tudo isso poderia ter sido evitado com uma organização por parte da gestão. Mas o que nós vemos desde o dia 1.º de janeiro é que o prefeito simplesmente abandonou a nossa cidade, abandonou os nossos ramais e ele não está mais preocupado se o filho de vocês está indo para aula ou não. Eu já falei aqui algumas sessões atrás e vou repetir. Até semana passada, o prefeito estava lá no Badel, serrando madeira. Ele botou a mão na madeira, serrando para levar para a colônia dele. Você acha que ele está preocupado com a vida de vocês, com o filho de vocês? Você acha que ele está preocupado em resolver o problema do ramal, em resolver o problema dos ônibus escolares? Não está, meu povo, não está.

Hoje a gente vai para a reunião com o prefeito, mas eu não tenho a mínima esperança de que a gente vai sair de lá com uma solução. Não tenho. Eu vou com vocês, sim. Eu estou do lado de vocês até o fim, mas eu não tenho mais esperança no prefeito do que a gente tem. Ele abandonou a prefeitura, os secretários trabalham por conta própria, parece que cada secretaria é uma prefeitura. E não vão resolver. Infelizmente, não vão resolver. E a desculpa sabe qual vai ser? A mesma de sempre. Falta dinheiro, não tem óleo. A desculpa, vocês podem ter certeza, vai ser essa. Nós não temos condições porque a gente não tem óleo, porque não caiu repasse, porque não tem dinheiro. Dinheiro para outras coisas tem; o que não tem é prioridade. Foi o que eu sempre falei aqui: o que não tem é prioridade. Conversei alguns dias atrás com o coordenador dos transportes do núcleo, e o que ele nos passou é que os ônibus receberam a devida manutenção nesse período de recesso, nesse período de férias. Mas, onde o ônibus está rodando, não aguenta porque o ramal está horrível. E onde, na situação igual à da Alcobras, nem chega a rodar? Não roda porque não tem como entrar no ramal, e onde roda, quebra. Então, nesse momento, eu não coloco a culpa no Estado, não. Não coloco a culpa no núcleo, não. Porque nesse momento a situação do transporte escolar gira em torno da recuperação de ramais. Então, é isso que a gente precisa tratar com o prefeito hoje, embora eu não tenha a mínima esperança de que isso seja resolvido tão logo. Outro ponto que eu quero falar aqui, meus amigos, é sobre o nosso... sobre o pagamento dos salários dos servidores da Prefeitura, que está em atraso. Como de costume, era pago nos meses anteriores até o dia 30. Você se programa para receber o seu salário até o dia 30. As suas contas são programadas até o dia 30 e agora está virando costume o salário atrasar. Tudo bem, eles têm até o quinto dia útil para pagar. De fato, não tinha sido atrasado ainda o salário. Mas agora atrasou. O que era para sair hoje parece que já não vai sair mais. A categoria da educação, os professores, já estão falando em paralisação se o salário não sair. A administração está falando em paralisação se o salário não sair. E aí, prefeito? E aí, secretário de Administração e Finanças? Vocês vão fazer o quê? Vocês vão resolver de que jeito? Ou vocês vão continuar mais 4 anos na desculpa para tudo que não tem dinheiro? Para tudo que não tem dinheiro? Então fecha as portas da prefeitura. Acaba com tudo, fecha. Vamos entregar, pedir para alguém vir para o Estado, vir tomar conta por que o prefeito não dá conta. Nada se resolve. Tudo se dá desculpa.  E quem é bom em dar desculpa não é bom em mais nada. Só em dar desculpa. E é isso que a gente vai escutar hoje do nosso prefeito. Tanto para a situação do salário, quanto para a situação do transporte escolar, para a situação dos ramais, para tudo, é só desculpa. E solução que é boa Nada. Outro ponto que eu quero comentar aqui é sobre a última reunião que nós tivemos aqui na terça-feira, após a sessão com o nosso secretário de Agricultura, Evair, com o promotor de justiça, representantes da PRF e representantes da Polícia Militar do município. Quero dizer que aquilo foi de uma vergonha sem tamanho. O papel que se prestou o nosso secretário de Agricultura na frente de todas aquelas autoridades, eu me senti envergonhado pelo que eu vi aqui. Saiu da boca do promotor que quem convocou a reunião foi o próprio secretário de Agricultura. Aí o secretário se senta aqui na frente para atacar a vereador aqui dentro dessa casa, desrespeitar o vereador Marcondes do jeito que desrespeitou, porque ele está cobrando sobre a situação do transporte do pessoal que vem para a feira. É inaceitável. É inaceitável que um secretário tenha uma postura daquela. Eu tenho certa amizade, tenho um bom relacionamento com o secretário Evair, mas aquilo que ele fez aqui não tem condição, Sr. Presidente, A gente não pode aceitar, dentro dessa casa, que um vereador seja desrespeitado daquela forma. Sendo que o que foi cobrado aqui em cima dessa tribuna, pelos vereadores que trataram sobre a questão do caminhão da feira, nunca foi a questão do transporte em si, mas sim da cobrança que vem sendo feita de um tempo para cá sobre esse transporte. Um transporte que, desde o seu primeiro dia, desde que começou o transporte, eu não sei quantos anos atrás, já é irregular. Mas nós sabemos a necessidade das pessoas que vivem na zona rural, e que, mesmo que venha sendo feito de forma não totalmente legal, vai dando um jeitinho aqui ou ali; é necessário. A gente sabe que é necessário. E isso nunca foi questionado aqui nessa tribuna. Eu nunca escutei nenhum colega vereador questionando sobre isso. Foi questionada a questão do pagamento. Como é que eu já tenho... Se eu tenho um transporte irregular de forma gratuita, já está errado. Como é que eu vou cobrar para prestar um serviço irregular ao povo? E aí, quando dá problema no transporte da feira, não tem dinheiro para arrumar o transporte. Falta combustível. Não consegue buscar o povo na beira do rio. E o dinheiro que eles cobram vai para onde? É isso que foi questionado aqui em cima. Não foi sobre o transporte em si, não. E não adianta o secretário e o pessoal da gestão botar a culpa nessa casa aqui, porque a culpa não é nossa. Se vocês estão cobrando, vocês têm o dever de prestar conta sobre o valor que vocês estão cobrando. É muito simples. Vocês sabem quantas pessoas vêm todo dia e vocês sabem quanto vocês arrecadam por pessoa. É só vocês terem anotado quanto vocês arrecadam por dia e mostrar as notas dos gastos que vocês têm, seja lá com combustível, com manutenção, com seja lá o que for. É simples. Preste conta. É fácil resolver essa situação. Mas quando vem o vereador aqui em cima e cobra, aí vem o secretário sentar aqui para achar ruim, vem querer jogar a culpa de hoje não estar tendo o caminhão da feira nos vereadores. Olha, a nossa única obrigação aqui é reivindicar, fiscalizar e cobrar. Quem tem o dever e o poder de resolver é o executivo. Se ele não deu conta de resolver, não vai ser nós que vamos dar. Nós vamos apenas continuar cobrando e eles que dão jeito de resolver. Porque eu até hoje não tinha falado nada sobre essa situação, porque eu sei que é uma situação delicada e que ia se encaminhar para esse ponto em que o transporte ia parar. Mas não dá. Já que parou, já que virou no que virou, então agora eles têm que dar um jeito de resolver. Dois minutos, Sr. Presidente, O que não dá é para a gente continuar tendo um transporte regular, sendo cobrado, e, quando precisa de uma manutenção, quando precisa resolver uma situação, a desculpa é a mesma. Não tem dinheiro. Então, meus amigos, fique aqui mais uma vez a minha indignação com toda essa gestão. Sem escapar ninguém. Toda ela. Ninguém resolve nada. É todo mundo empurrando com a barriga. E o capitão do navio pulou do barco. Faz tempo. Um bom dia a todos e até a próxima sessão. 2º ORADOR – Vereador Richard lima De Oliveira. Bom dia a todos e a todas. Uma satisfação estar mais uma vez aqui. Na oportunidade, cumprimento à mesa na pessoa do presidente dessa casa. As comissões, na pessoa do vereador Marcondes. E a comunidade aqui presente, em nome do nosso amigo Mago e dos demais que se fazem presentes aqui, que são da comunidade da Alcobrás, os professores que estão aqui presentes e a comunidade, de modo geral, que nos acompanha nas redes sociais. Eu gostaria de começar a falar hoje sobre a última reunião que nós tivemos aqui nessa casa com o secretário de Agricultura. A cada vez que nós nos reunimos para esse tipo de debate, eu fico mais ciente de que esse barco está à deriva. Porque nós tivemos uma reunião com a promotoria, Polícia Rodoviária Federal e uma série de outras instituições para debater um assunto que já vem se arrastando há algum tempo. E o que a gente viu, como bem falou o vereador Bruno, foi um despreparo total da gestão. Mandaram um representante para cá sem dados, sem informação. E o que a gente percebe com tudo isso é o tempo que a gente tem perdido em discussões que não saem do lugar. O vereador Bruno está completamente com a razão quando ele diz que a gente discute, vai em busca de situações para resolver problemas, mas a gente não sai do lugar. É como se a gente estivesse rodando no centro de alguma coisa e nada se resolvesse. Porque, quando a gente vê um secretário vindo a essa casa abrir uma discussão rasa, pequena, porque, para mim, é uma discussão pequena. E aí, vereadores, ainda culpabilizando essa casa, porque foi isso que aconteceu, culpando a casa por não ter resolvido o problema, porque não se aprovou um projeto que chegou aqui falho. Eu fiz questão de colocar isso na última reunião. Um projeto pela metade, um projeto de lei que chegou aqui sem condições de ser aprovado, e a responsabilidade foi jogada nas costas dos vereadores por não terem resolvido o problema. Enquanto isso, nós somos responsabilizados por resolver o problema. Nós temos um ofício que, inclusive, foi lido e daqui a pouco vai ser aprovado, se Deus quiser, pela casa, solicitando informações sobre gastos nessa Secretaria de Agricultura desde o ano passado, que simplesmente eu não estou, e aí eu digo para vocês, eu não sou do quanto pior, melhor, não. Eu quero é que o ofício seja respondido e que a gente encontre as respostas. Nesse ofício está tudo bem, assim como está tudo bem para a gente aqui na casa também, se estiver bem para você lá na comunidade. Se os ramais começarem a dar trafegabilidade para os ônibus escolares chegarem, porque foi falado aqui na última sessão sobre isso, foi falado aqui na última sessão sobre a importância dos filhos de vocês chegarem até a escola e aí, vereador Diego, muito feliz a sua fala acerca da educação e eu queria só acrescentar, dizendo que não é um problema que se resolve levando até janeiro, porque janeiro volta a chover de novo, fevereiro volta a chover de novo. Então, esses alunos, eles dificilmente vão recuperar o prejuízo como educador, como professor. Eu lhe digo que um aluno da zona rural, depois que ele começa a entrar num prejuízo, num déficit de aprendizagem, isso é permanente, porque ele chega na escola depois dos demais, tem que sair antes quando as chuvas começam novamente, começa a perder aula de novo e isso vira um ciclo que não tem fim. E, quando ele termina o ensino médio, ele vai ter que concorrer com os demais que tiveram os ensinos corretos lá para entrar na universidade, e ele entra com dificuldade, sim. É por isso que, às vezes, eu vejo políticas de governo dizendo que a cota é errada, que não sei o quê, que beneficiar o aluno da zona rural é errado. A gente tem que levar em consideração que nem todo mundo disputa do mesmo jeito. Tem gente que tem dificuldade para acessar a educação. Tem gente que tem dificuldade para acessar a educação básica. Então, imagina a educação de nível superior, que hoje, inclusive, presidente, é mais uma oportunidade que nós temos aqui de cobrar uma reunião que nós tivemos aqui há quase três semanas, falando sobre educação de nível superior para os alunos universitários, que saímos daqui com a promessa de que nós íamos discutir isso logo na semana seguinte. Já passaram três semanas. Os alunos continuam não chegando até as universidades, e esse compromisso foi um compromisso feito pela gestão. Então, assim, chega uma hora que é cansativo os vereadores estarem aqui. Chega uma hora em que é constrangedor para a gente receber os senhores aqui e não ter uma resposta efetiva para dar. E aí, quando a gente se dirige a essa gestão pedindo um cuidado, pedindo uma parceria nessa casa, pedindo para que seja olhada com carinho a situação dos senhores, o que eu percebo é que a gente ainda é tratado como inimigo, ainda é tratado como adversário, ainda é tratado como alguém que quer prejudicar a gestão e não tem nada a ver com isso. O que nós queremos é que haja um alinhamento entre as políticas públicas levadas até a comunidade e que a população possa usufruir disso. O que mais nos luta é ficarmos nessa circunstância, não tendo mais o que dizer aos senhores. É constrangedor ter que ver um secretário dizer aqui que é simples, o dinheiro que foi gasto, o dinheiro que foi arrecadado pelos produtores rurais foi o dinheiro que foi pago com combustível, abrir o portal de transparência e ter gastos com combustível, sendo que o mesmo secretário disse que não havia. Foi constrangedor o secretário vir a essa casa e dizer, por exemplo, que o combustível da prefeitura não está sendo pago. Não sou eu que estou dizendo, repare bem. Foi o secretário da gestão que disse que os pagamentos... Estão sendo pagos e, por isso, ele não abastece os carros públicos com combustível público. Foi uma fala do secretário de Agricultura. Outra coisa que foi dita: o secretário também disse que o ônibus e o caminhão estavam há mais de 40, 70 dias, 70 dias, segundo os produtores, que não estavam em Feira de Santana, porque a empresa que faz manutenção dos caminhões não havia sido paga. Se eu estiver equivocado, eu autorizo até que alguns dos vereadores confrontem a minha colocação. Não fui eu que disse, foi o secretário que esteve aqui na reunião dizendo. E, aí, diante dessas afirmativas, o que nós, quanto vereadores, podemos tomar de posicionamento? Foi o secretário que falou. Foi ele quem afirmou que não está dando conta das ações públicas, por falta de recursos, por falta de combustível, por falta de uma série de outras situações que fogem do nosso controle. Aproveitando esse ensejo da Secretaria de Agricultura, eu queria falar também sobre a minha fala sobre a Secretaria de Educação, quando eu falei sobre o processo seletivo. Eu nem deveria, porque eu acho que é uma perda de tempo muito grande eu ficar me justificando, mas dizer também que o problema aqui não é vinculado a uma secretaria específica, que não existe. Inclusive, eu sei que existem três secretarias que precisam fazer o processo seletivo, que são Saúde, Educação e Assistência Social. Porém, Saúde e Assistência Social, eles usufruíram do processo seletivo, que tinha 24 meses de carência, e esses 24 meses foram utilizados. E, agora, é preciso fazer um processo seletivo novo. O meu questionamento sobre a Secretaria de Educação, que às vezes parece que eu tenho lado, eu quero dizer o seguinte: sobre a questão da Secretaria de Educação, que falou que a secretaria tinha um seletivo em andamento, que podia ser contratado, e o meu questionamento foi assim. Nós não podemos, hoje, contratar sem um instrumento de contratação. Não é simples; precisa ser feito um processo seletivo. Quando eu falo isso aqui, parece que é perseguição a ponto de pessoas da gestão irem até as comunidades e dizerem que só vai ter um processo seletivo, porque o governador Richard denunciou na Câmara. Que sirva isso para vocês mesmos terem que assumir que não conseguem ter competências suficientes para fazer a leitura de uma lei simples que diz que só pode contratar por processo seletivo. E aí, dizem que a culpa é nossa. Nós estamos aqui, gente, na casa, orientando para que as coisas tentem sair da melhor forma possível, para que se errem menos, porque a cada vez que a gestão pública erra, alguém paga o preço. E vocês sabem quem é que paga o preço? A comunidade paga o preço. O povo paga o preço. E a gente está cansado de pagar o preço. Então, quando a gente questiona sobre essas questões administrativas aqui, não é perseguição do secretário do plano digital, ou porque a gente não gosta. Isso aqui, para mim, sinceramente, é uma discussão vazia. A questão é que vamos ajustar, porque, no final das contas, quando o problema acontece, é aqui que vem parar, é aqui que a gente vai ter que tomar decisões, é aqui que a Câmara vai ter que se posicionar. Então, para que a gente não chegue ao extremo, é interessante que a gente ajuste a coisa antes. Outra coisa que nos entristece muito é sobre a questão do pagamento dos servidores. Eu vi algumas falas sobre o pagamento dos servidores aqui e eu queria que vocês fizessem uma reflexão. Esse atraso é muito mais do que um atraso... Doe-me no seu presente, senhorita. Ele é muito mais do que um atraso de data. Ele também foi tirado das pessoas o direito de confraternizarem com as suas famílias. Nós tivemos um atraso de pagamento que ultrapassou um feriado grande, em que as pessoas têm o ato de receber pessoas em casa, em que elas compram o seu peixe da Semana Santa, fazem o seu mucunzá Não é assim? E aí, essas pessoas foram privadas desse direito. E agora, dia 7, cinco dias úteis depois da data específica do pagamento, a gente ainda não tem a concretização disso. É grave. Mas é preocupante também. Porque aqui, como eu falei no início da minha fala, nós não estamos aqui no quanto pior, melhor, não. A gente quer resolver. Porque a gente quer que a gestão faça para que a população tenha acesso. E esse é o papel que nós, vereadores, estamos tentando desenvolver aqui nessa casa. E aí, estendo isso para todos os nossos colegas: nós estamos aqui discutindo política pública. Quem quer fazer politicagem, quem está levando para o lado pessoal da coisa, é um problema individual. Aqui, nós estamos discutindo política pública para a comunidade. Então, fica aqui também a minha parceria, fica aqui a minha disponibilidade para ajudar, naquilo que for possível, dentro das discussões que são inerentes à problemática que a educação tem enfrentado, que a comunidade tem enfrentado. E essa, eu sei que é grande nesses últimos dias. Muito obrigado a todos. 3º ORADOR. – Vereador. Marconde Freitas da Silva. Senhor Presidente, senhores vereadores, quero cumprimentar a mesa aqui, na pessoa do presidente, Diego Paulista, cumprimentar aqui as comissões, nosso amigo vereador Bruno, e o público presente aqui, vocês, mãe, pai, lá do assentamento Alcobrás, nosso amigo Francisco Nivaldo, ex-vereador e ex-secretário de obra do município, professor Misael, nosso amigo Nildo, Zé Pacheco, nosso representante do lucro de ensino, ex-vereador Osmar, seja bem-vindo a esta casa de lei. Iniciando aqui esse grande expediente, senhores vereadores e o público presente aqui, quero falar um pouco também a respeito da situação da Alcobrás. Como ela foi citada aqui, os vereadores que já passaram por essa tribuna já relataram essa situação. Essa situação, na verdade, vem acontecendo nos quatro cantos do município de Capixaba. Tanto faz ser na Alcobrás, como no São Luiz, como no São Gabriel. Então, o representante do lucro de ensino, quero dizer aqui que ele tem uma grande preocupação, já esteve nessa casa aqui várias vezes, conversando com a gente a respeito do início das aulas, que ia iniciar e foi cancelado devido ao ramal, devido à ponte. Mas eu quero dizer aqui, nosso colega Osmar, que a gente está aqui tentando resolver essa situação, que realmente as aulas iniciem, que os pais fiquem contentes com seus filhos em sala de aula. Mas, como o vereador Bruno Machado, quero parabenizar o vereador pelo seu discurso aqui nessa tribuna. Quero parabenizar também o vereador Richa pelo seu discurso nessa tribuna. E quero relatar aqui, sim, senhores vereadores e as pessoas que estão aqui presentes nesta casa, a respeito mesmo da reunião que foi convocada a esta casa aqui. Eu quero deixar registrado aqui, senhor presidente, que, pelo jeito que eu estou vendo, nós não podemos mais subir nessa tribuna e cobrar as coisas que estão acontecendo no município, porque pode acontecer uma denúncia. O vereador Marcondes subiu nessa tribuna para falar a respeito do caminhão que estava com 57 dias, eu me lembro muito bem, 57 dias sem atender o produtor. E hoje o vereador Marcondes, lá no Seringal São Luiz, no Seringal Remanso, no Seringal Vila Nova, senhoras e senhores, foi o vereador Marcondes que não está tendo mais esse caminhão para atender essa população, culpado é o vereador Marcondes que subiu nessa tribuna. E o ministério promotor cancelou o caminhão. Aí eu falo aqui, senhor presidente, senhores vereadores, eu acho que, quando eu assumo uma pasta, eu tenho que dar conta. Esse secretário de Agricultura, e puxando lá atrás, lá atrás tem gente por trás disso, o ex-secretário e o vice-prefeito, que foi secretário de Agricultura, têm que assumir os seus erros, têm que assumir os seus erros. Não está culpando o vereador, que o vereador Marcondes tem o direito de usar essa tribuna aqui e cobrar as coisas erradas. E cobrar as coisas erradas. Não foi o vereador Marcondes que foi lá no promotor denunciar, não. Quem foi lá no promotor denunciar foi o próprio secretário de agricultura do município. Agora eu pergunto assim: senhor prefeito, acorde, senhor prefeito, ou o senhor não é mais prefeito dessa cidade? Porque um próprio secretário vai denunciar, a própria secretaria está denunciando a sua gestão e continua na pasta. E continua na pasta. E continua na pasta. Então, se eu pedi para o vereador Marcondes aqui, esse secretário não era para estar mais nessa pasta, porque ele não quer ajudar o promotor; ele atrapalhou o promotor. Porque, enquanto ele vai lá na secretaria denunciar um caminhão que está aí, não sei com quantos anos rodando aí, para o promotor, e depois vem dizer que o culpado é o vereador, vai criar vergonha na cara, secretário. Vai fazer o seu trabalho, vai atender o povo, que é isso que você tem que fazer. Não está denunciando a secretaria, não está jogando a culpa para cima dos outros. E quero deixar também aqui uma mensagem para o vice-prefeito. Para o vice-prefeito, senhor Milton Costa, que assume a sua responsabilidade como vice-prefeito, e quando foi secretário, que todo esse balaio de gato que aconteceu aí, quem aprontou foi ele, na secretaria de agricultura. Agora fica fazendo áudio aí em grupos, dizendo que não foi a secretaria, que não foi a prefeitura que denunciou os produtores, e sim, foi o próprio secretário que denunciou, sim. E hoje os produtores estão aí com 80 dias, senhores vereadores, e senhores que estão aqui presentes, 80 dias sem receber assistência dessa secretaria. Aí quer que o vereador suba nessa tribuna aqui e bata palma, e bata palma. O vereador Marcondes vai continuar batendo aqui nessa tribuna, porque a responsabilidade é da secretaria. Se não tem caminhão, alugue caminhão, alugue outro caminhão para dar assistência. Agora são um magote de mentirosos, senhores vereadores, porque teve reunião aqui nessa casa, aqui nas comissões, e o secretário falou que o caminhão chegava. Eu terminei aqui essa reunião e não fui buscar o caminhão; o caminhão não apareceu. No outro dia aqui, nessa reunião aqui, eu vou buscar o caminhão e até hoje o caminhão não apareceu. Então, é verdade isso? Isso não é verdade, que o caminhão não está aqui? O caminhão continua lá, em Rio Branco, e eu acredito que esse caminhão está lá, preso por falta de pagamento, para poder tirá-lo. Agora é bonito, é bonito, tem que chegar e falar a verdade, filho. Coloquei meu caminhão e não tenho dinheiro para pagar. Agora, esse negócio de estar jogando culpa para cima de vereador, não. Não venha que o vereador Marcondes, que do povo não se esconde, vai continuar usando essa tribuna aqui. Eu estou aqui para defender o povo, eu estou aqui para defender o produtor que está lá, no Seringal, sem assistência, por falta de responsabilidade de uma secretaria que realmente não quer ter compromisso com o povo. Essa é a minha mensagem e quero agradecer a presença de todos. Muito obrigado. 4º ORADOR. – Vereador. Felipe Costa de Souza. Bom dia, meus amigos, senhor presidente, nobres vereadores, público presente, nossa comunidade ali da Alcobrás, sejam todos bem-vindos. Eu não fico nem feliz em ver vocês aqui uma manhã como essa, porque saí de suas casas para reivindicar um direito que já é garantido para cada um de vocês, que é o direito de ida. É um direito constitucional, e muito mais quando se trata de questão de acesso para o transporte escolar. Meu discurso hoje não é um discurso fácil, é um discurso difícil, porque o que nós ouvimos nas ruas, nos ramais, e aonde a gente chega, se é no mercado, se é no açougue, nas esquinas, a conversa é uma só. A nossa prefeitura realmente está sem um comandante. Nosso prefeito abandonou a cidade. E a gente se entristece porque, quando você não tem uma ação, presidente, quando a gente não busca solucionar os problemas, eles vão só se acumulando cada vez mais. E para mim, que estou aqui hoje, que pedi voto para ficar do lado da população, defender o povo, que tanto precisa de uma voz aqui nessa tribuna, uma voz nos bastidores, e que defende a coisa certa, as coisas caminhadas dentro da legalidade, nós ficamos tristes. Porque se eu fiz até um rascunho para não esquecer, com tantas coisas que a gente tem aqui, isso aqui é só o que foi pedido de ontem para cá. Porque a nossa situação, acredito, Osmar, que é o nosso coordenador do núcleo, as aulas, com certeza, foram suspensas ou adiadas por conta de acesso. É isso que eu entendo. Então, a gente precisa de resposta de todas as secretarias; ela precisa dar sua resposta para a população. Não somos nós que temos que dar, não. Nós temos que correr, buscar e levar essa informação. Tem que botar o pé na estrada e trabalhar. O que tem que ser feito hoje não é dar desculpa; não tem como dar desculpa mais. Tem que trabalhar e resolver o problema da nossa comunidade. Porque isso não pode continuar assim. É um prejuízo, presidente, é um prejuízo. Você já imaginou? Quase 30 dias, essas crianças, esses alunos, vão recuperar quando essas aulas? Ano que vem? Já na chuva, novamente? Quando o período invernoso voltará então, assim, esquece. Isso é um prejuízo que vai ficar no conhecimento. Vai faltar, na verdade, essa aula. Quando se falta a uma aula, vereador Richard, e aí você vai se lembrar dela só quando estiver fazendo uma prova, num concurso, por exemplo. Mas nós temos reivindicação de pontos escritos no ramal Zé do Coco, ramal do Cosmo, ramal da Limeira. Temos problemas no pagamento do nosso servidor, que passou a Semana Santa aí em casa, feriado prolongado, sem poder sair porque não recebeu. Temos muitos problemas. Esse caminhão da feira também é outra situação. Agora, se eu imagino se está ruim para todo mundo, imagino para mim, mas o vereador Marcondes, que é daquela comunidade, todo dia tem aí 30, 40 pessoas ligando, querendo, de qualquer forma, voltar para suas casas, fazer suas compras. Então, isso não é fácil. A gestão tem que colocar o pé na estrada e começar a trabalhar e dar resposta para o povo. Mas quero falar aqui um pouquinho, porque eu fiz uma indicação, está com quase dois meses, sobre uma poeira no ramal do Cosmo presente. Para mim, um meio de serviço se fazia lá, e até hoje o secretário ainda não deu essa resposta; o secretário de obra não deu essa resposta para a comunidade. Lá é uma rota de transporte escolar e os alunos estão tendo que se deslocar e ir a pé porque não está passando no local, por conta dessa poeira que a chuva e as águas levaram, com as fortes chuvas. Outra coisa também que nos deixa tristes: a prefeitura, dentro de praticamente seis anos, não consegue colocar um operador de motosserra para serrar a madeira de uma ponte. A gente vê tanta gente trabalhando; por que não coloca um operador quando precisa tirar a madeira de uma ponte? O morador é que tem que serrar a madeira. É muito lamentável essa situação. Acho que a secretaria de obra deveria fazer um planejamento e colocar, porque a nossa população, do campo, já vive tão atarefada com os afazeres, porque quem mora na zona rural sabe que tem que tirar o alimento da terra. E aí, se ele for passar quatro, cinco, dez dias serrando a madeira de uma ponte, que ele já paga tanto com imposto, quando vai comprar qualquer coisa já está pagando imposto, agora tem que trabalhar. A gestão é que precisa fazer um exercício e resolver essa situação. Em 2021, quando fui assumir, nós trabalhamos tanto serrando madeira, fazendo ponte, só que, quando passou, agora em 2025, eu estou fazendo um trabalho que não é meu. Estou assumindo uma responsabilidade que não é minha. Quando de repente a ponte cair, o pessoal vai ligar. Ei, vereador, você não vai vir fazer a ponte? Essa função é do Poder Executivo. Quem executa é o Poder Executivo. Nós temos que fiscalizar. E quem garante que, se nós fizermos a ponte, ela não vai entrar na lista de gastos? Quem garante isso? Então, a gente precisa, cada um, resolver os seus B.O. Cada um assuma a sua responsabilidade. Eu faço um pedido aqui especial para o nosso prefeito. Retome essa embarcação porque ela vai bater no barranco. O negócio está sério. E é triste isso para todos nós. Isso aqui não é fácil. Quando eu vejo o rosto dessas mães, e a gente sente que o povo precisa estar vindo, aí de repente alguém diz assim: "não tem nada porque não tem vereador" Tem vereador, os documentos estão sendo feitos, as reivindicações estão sendo feitas, agora a gestão parou de andar. Essa é uma verdade. Ela parou. E aí não adianta a gente dizer aqui que é secretaria A ou B, não. Foi de uma forma geral. Isso aqui não é... Eu não tenho um discurso desses com felicidade, não, gente. Eu quero ver as coisas funcionarem. Podia ser até o meu inimigo que estivesse na prefeitura geral. Eu quero ver as coisas darem certo, que o município se desenvolva, que avance, que as coisas funcionem, que dê tudo certo. Eu também não vim para cá para estar fazendo politicagem, pensando no futuro, não. Eu não tenho esse pensamento a longo prazo. Meu pensamento é de ver as coisas andarem. Sempre que eu... Meu trabalho é de efetividade. E eu entrei aqui com a bandeira, uma luta de sempre levar o desenvolvimento às comunidades mais distantes do nosso município. Só que hoje eu percebo que o problema virou... Igualou agora. Agora voltou a equidade. O pessoal lá adotado já está sofrendo tanto que está sofrendo o pessoal aqui perto, porque os ramais não estão dando acesso. Agora equilibrou. Então, em vez de melhorar, está ruim para todo mundo. A equidade eu recebo, o contrário. Mas a gente espera que todas essas mudanças venham a acontecer. E aqui eu cito também... O governo também precisa ajudar, gente. A prefeitura falha, está de falha? Está. O governo precisa fazer mais. A gente... Essas ruas que iniciaram aí, os moradores não estão conseguindo chegar em suas casas. Virou um atoleiro porque iniciou o trabalho, recurso federal, demanda parlamentar e não foi concluído. Aí, para completar agora, a prefeitura não está limpando, mas nem roçando e nem tirando mais os entulhos. E se chamar o Brasil do Olímpico, que dá acesso ao caminhão do lixo, me parece que eu tive uma informação não é oficial, que disse que... Doutor, senhor presidente. Conseguido. Tiraram já, levaram o caminhão, porque também não vai... Como é que vai levar o lixo? Lá para o lixão, que o ramal não dá acesso. Então, precisa cada um assumir a sua responsabilidade. E nós vamos estar aqui para cobrar, fiscalizar. E aí, vereador, todas as respostas têm que ser dadas a essa casa. E, para concluir, vereador Marconti, eu também comungo com o pensamento do vereador Bruno, de que a gente não está aqui para ser afrontado dentro dessa casa, não. A educação tem que acontecer. E nós estamos aqui, gente. Foram 79 candidatos a vereador. Nós somos escolhidos pelo povo para estar aqui. Então, se a gente cobrar, se a gente reivindicar, se fiscalizar, porque é a nossa obrigação, fomos eleitos, até 2028 estaremos aqui, precisamos de respeito. 5º ORADOR. – Vereador. Willian Tessinari Xavier. Bom dia a todos. Cumprimentar a mesa em nome do presidente, as comissões em nome do vereador Adriano e ao público presente, toda a comunidade da Alcobraz, meu pai que se faz presente aqui nessa sessão, dizer que a gente sobe nessa tribuna para falar coisas boas. Não só coisas ruins, mas também coisas boas. E hoje, infelizmente, devido à fala de todos os nossos colegas, a gente sabe da preocupação do que nós estamos enfrentando e da pressão de cada vereador que está sofrendo aqui. Porque, quando a fala vem para a tribuna, é porque já chegou no WhatsApp, já chegou na ligação. As pessoas têm os nossos contatos, têm os nossos números de telefone. Então, quando chega aqui, é porque já está no limite. A ferramenta que nós temos é a tribuna. A ferramenta do vereador é a tribuna. É chegar aqui toda terça-feira na sessão, doutora Tânia, e falar aquilo que as pessoas estão sentindo, porque nós somos o para-choque delas. Nós somos avós de vocês. Hoje vocês estão com os filhos sem aula. E isso é preocupante. Todos os nove vereadores aqui sabem disso. Por devido, devido de ramal, mal ponte e outras coisas, outras situações, a gente sabe. O nosso desejo é que essas aulas retornem o mais rápido possível para o prejuízo não ser enorme. No prejuízo vocês já estão, mas que esse prejuízo não seja enorme. E o nosso papel a gente tem feito. A gente tem conversado com o núcleo, que é o representante do Estado. Temos conversado com a Secretaria de Educação e temos cobrado do prefeito e da Secretaria de Obras para que a gente possa dar uma resposta. Eu entendo um pouquinho da dor do Sebastião, porque o Sebastião mora lá dentro, na comunidade. Talvez a pressão dele seja mais do que a nossa, porque ele está lá. Vocês sabem onde ele mora, lá pertinho da escola. Então a pressão dele, com certeza, está sendo maior. Mas aqui nós estamos todos de mãos dadas para a gente tentar resolver essa solução o mais rápido possível. Quero falar também um pouquinho, aproveitar esse espaço, para falar um pouquinho do esporte da nossa cidade. Coisa boa, que há algum tempo, mais de dez anos, isso vai acontecer mais no nosso município, de nós colocarmos um time de sub-15, de categoria de base, para representar o município lá em Rio Branco. Com todas as dificuldades, com todas as lutas, a gente conseguiu encaixar esse time de sub-15, de adolescência, para poder representar o nosso município lá em Rio Branco. O campeonato que se iniciou será todo final de semana. A gente está dando esse suporte, essa ajuda, junto com a Secretaria Municipal de Esporte. E esse olhar a gente precisa ter sempre, de dar essa oportunidade para eles. Eu acompanhei sábado o jogo; eu vi nos olhos dos adolescentes a felicidade de poder sair do município e ir até Rio Branco, representar a sociedade. Isso é importantíssimo. E eu quero aqui agradecer a parceria da Secretaria de Esporte, em nome do secretário, e dizer que nós vamos dar sequência, sim. Porque é uma luta minha, é uma luta nossa. Eu sempre venho defendendo a bandeira do esporte, porque eu acredito no esporte. Eu acredito que o esporte é o caminho de tirar várias crianças e vários adolescentes do caminho errado e trazê-los para o caminho do bem. Mas nós precisamos investir mais no nosso município. Nós precisamos, e eu estou sendo cobrado, porque hoje nós já estamos no mês de abril e os atletas precisam ter campeonato na nossa cidade. Eles têm me cobrado bastante. Porque eles querem ter o campeonato na nossa cidade. Eles querem ter o campeonato municipal. E eu vim conversar com o secretário, e a gente tem tentado trazer alguma resposta para isso, porque é uma categoria que precisa. E nós vamos lutar para que esteja esse campeonato, sim, municipal, de salão, e assim como o campeonato de campo. Quero falar um pouquinho também hoje de uma conquista da Secretaria de Educação. Quero falar um pouquinho também hoje de uma conquista da Secretaria de Educação. A gente sabe que transporte escolar é algo que sempre a gente vem trazendo para cá, para casa, para a Câmara, para a tribuna, a preocupação do nosso transporte escolar. Muitas vezes eles quebram, às vezes ficam uma semana, duas semanas sem aula por conta do transporte escolar, e a Secretaria de Educação adquiriu, conquistou mais um ônibus zero para atender nossos alunos. Isso é motivo de alegria para nós. Por meio de um trabalho, por meio de uma dedicação, de compromisso, conseguimos conquistar mais um ônibus zero quilômetro para a nossa cidade, que vai atender a nossa comunidade, atender os nossos alunos. Esse ônibus chega no momento importante, porque é um ônibus que vem todo adaptado, com ar condicionado e é isso que nós lutamos aqui, que esses ônibus sejam cada vez mais reformados e que a gente possa conseguir novas frotas de ônibus, porque nós temos uma demanda muito grande aqui, o nosso município é 70% rural, então nós temos muitos alunos na zona rural que estudam na cidade, então nós precisamos sim trocar toda essa frota de ônibus e é o que nós estamos tentando fazer, é o que a gestão está tentando fazer, trocar ônibus, esses ônibus velhos, por ônibus novos, para que possa atender, para que possa o aluno ter o conforto digno de poder entrar num escolar com ar condicionado, de poder sentar numa cadeira confortável, essa é a nossa luta, eu sei dos desafios que o prefeito tem enfrentado, quero dizer que eu sou da base do prefeito, eu pedi voto para o prefeito Manuel Maia, não me arrependo de ter votado nele, não me arrependo de ter votado no prefeito Manuel Maia, mas esse é o momento de sentar, de chamar sua equipe, todos os seus secretários, chamar nós vereadores, assim é uma fala do Diego, ele fala isso quase todas as sessões, presidente, de chamar todo o seu time e chamar nós vereadores para a gente tentar salvar o município de Capixaba, nós precisamos se unir nesse momento, é uma fala que eu costumo falar sempre de união, mas esse é o momento de se unir, porque as coisas estão acontecendo, não é novidade para ninguém, isso aqui já está escancarado no município, aonde você chega, as pessoas perguntam o que está acontecendo no município de Capixaba, e nós precisamos entender também o que está acontecendo, porque muitas vezes nem nós sabemos o que está acontecendo, e eu não sou inimigo do prefeito, eu sou parte do prefeito, mas eu preciso entender o que realmente está acontecendo no nosso município, eu tenho facilidade, não tenho problema com nenhum secretário, eu consigo conversar com todos os secretários do município de Capixaba, mas a gente percebe que a fala dos secretários praticamente são as mesmas falas, todos falam de uma boca só, a sua agonia, o seu desespero, e nós estamos aqui para se ajudar, eu estou aqui para tentar ajudar de alguma forma, se eu não puder ajudar, atrapalhar, eu não vou de jeito nenhum, eu quero poder ajudar, eu quero poder ser uma voz, eu quero poder ser uma pessoa que possa ajudar, principalmente nesse momento difícil, porque se as coisas vão bem, está bem para todo mundo, mas quando as coisas estão ruins, está ruim para todo mundo, nós estamos sentindo isso na pele também, não está fácil para nós também não, que o velador é chato, que o velador é isso, que o velador é aquilo, mas esse é o nosso papel, e tem muitas das coisas que chegam aqui nessa tribuna, e a gente tem que se reconhecer, tem que reconhecer, e eu reconheço Bruno, muito da sua fala também, porque eu sei que você chega aqui, você é cobrado por isso, eu também não posso dizer que a gestão toda, que a gestão toda não pode, não são comprometidas, porque eu vejo que algumas pessoas são comprometidas assim dentro da gestão do Manoel, tem muita pessoa que quer o bem do município ainda dentro da gestão do Manoel, e o Manoel tem que se agarrar a essas pessoas que querem o bem do município, é uma gestão grande, os desafios são enormes, os recursos são limitados, tem os bloqueios da justiça, mas podemos cruzar os braços, não podemos cruzar os braços nesse momento, os servidores estão sofrendo, a comunidade está sofrendo, e nós fomos eleitos, e nós somos a voz dessas pessoas, nós somos a voz do município de Capixaba, e nós precisamos nesse momento, junto com o poder executivo e o poder legislativo, após a sessão nós já temos uma reunião importantíssima com eles, e nós precisamos de uma resposta, e quem vai dar essa resposta é o eleitor Ministro, seu presidente. Consegui. Mas essa é a minha fala, esse é o meu posicionamento, eu continuo acreditando que ainda tem tempo de corrigir muita coisa, para as coisas poderem avançar ainda mais. Também aqui, com respeito ao vereador Marconi, eu acho que secretário nenhum, nem nós vereadores, nem secretário nenhum, ainda podemos jogar o dedo na cara do outro e apontar os defeitos um do outro, mas nós precisamos nos sentar e tentar dar uma resposta positiva para o nosso município de Capixaba. No mais, que Deus nos abençoe. Eu acredito que tem coisas boas para vir ainda, e a gente tem que continuar avançando cada vez mais. 6º ORADOR. – Vereador. Diego Souza Nascimento. Bom dia, , mais uma vez, voltando agora no grande expediente, e quero retomar aqui agora dizendo, como já foi falado aqui por todos, sobre a nossa reunião, Marconi, que houve aqui na terça-feira, com o promotor, lidou particularmente com o secretário que está na parte de hoje, o Evair. Eu o convidei para que ele viesse aqui na Câmara, na segunda-feira, em reunião de comissões, para ter uma conversa conosco, vereadores, explicar de fato e de direito como é que é na secretaria dele. Ele veio, na terça a gente esteve aqui com as demais autoridades e foi falado, e isso não lhe dá o direito de lhe desrespeitar. E, na hora em que eu ia falar, ainda bem que quem falou foi quem tem também autoridade, que foi o promotor, e colocou-o no lugar dele, que ele não deveria ter passado por isso. Eu já falei sobre ele pessoalmente depois disso; o senhor faltou com respeito. Se o senhor quisesse ter falado aquilo, o Marconi era na segunda-feira, na reunião de comissão, e tem um ditado que nunca fica velho: quem tem vergonha não faz vergonha nos outros. Ter chamado o Marconi no gabinete dele, Marconi, eu preciso falar com o senhor dois minutos, falasse com o senhor, ponto, não fazer o que ele fez aqui, que foi desrespeitoso, e acabou ficando mais feio para ele, porque quem deu a lapada nele foi o promotor de justiça, e bateu de luva, não foi? Foi, bateu de luva, bateu conversando, votado de direita, agora votado de esquerda, não, vem cá, senta aqui, parecendo um menino, como é que faz? Ficou mais feio para ele, então nós temos que ter respeito uns com os outros, e aqui é dito desde o ano passado, muitos secretários acham ruim quando nós vereadores cobram, nós somos cobrados por vocês diariamente, fala isso aqui direto, a maioria de vocês hoje tem um whatsapp, manda mensagem, manda vídeo, manda foto, vai na casa do vereador, vem na câmara, vem aqui, senta na sessão, e nós não somos executivo, nós não fazemos, mas nós cobramos, nós fiscalizamos, nós corremos atrás, e tem muito secretário que acha ruim, acha que a parte é dele, e o que está acontecendo aqui é o que já foi falado por todos os vereadores, e eu tenho dito, na semana passada eu fui até o prefeito, eu, o vereador Adriano e o vereador Willian, conversamos essa mesma situação com ele pessoalmente, toma conta da tua prefeitura, tu é o prefeito, gestor tem que mandar, tem que liderar, tu é o técnico, não está dando certo, irmão, não está dando certo, vou te recolher aqui, vou ter que trocar, agora o que não dá é o que está acontecendo, igual o Felipe falou e todo mundo falou, eu sou aborto, hoje eu saí de casa a pé, é pertinho, não dá quatro minutos eu estou aqui, seis pessoas me pararam, vereador cadê meu salário, estou com um filho doente, não botei leite nem de casa, esse nó de semana não tive carne para comprar, estou com o meu salário, estou com a minha conta atrasada no mercado, o meu cartão já está bloqueado, tu acha que eu fico feliz em escutar isso, em ser cobrado, fico não, agora eu vou desfazê-la das pessoas, não, o povo está no direito dele me cobrar, e eu tenho que apertar quem? eu tenho que apertar o prefeito, eu tenho que apertar o secretário, dá o jeito de vocês, irmão, eu sempre tenho falado, faz gestão, tem articulação, o caminhão não está puxando lixo por falta de pagamento, quem aqui conta, 120 dias, 4 meses sem receber, fornecedor vão já deixar de colocar merenda nas escolas e outras coisas, porque quem aqui conta sem receber, o combustível não está tendo para fazer ramalho e as coisas, porque o bile não tem culpa não, vai trabalhar como, esses dias eu tive uma secretaria que conversei com o bile, o evaí chegou, pedindo uma graxa emprestada, não tinha graxa, vou resolver, quem é ele, somos gestão, somos parceiros, o evaí está indo aí, arruma uma graxa para engraxar aqui o estratégia do caminhão, é o governo, quem colocou um caminhãozinho agora para rodar, tem atendido, veja a correria dele com maconha que sai de madrugada para ir buscar para o doutor, o que não dá mais é isso aqui que está acontecendo, eu tenho sido um cara passivo, educado, paciente com a gestão, ajudado, tanto executivo como legislativo, com o governo, o governo mandou 700 mil reais para a cidade no ano passado, para óleo, convênio, senador Marcio Pitara, Sebastião, acabou de me responder uma mensagem minha aqui, em maio agora aquelas três pontes lá que vocês vão ser feitas, dinheiro está na conta, errado, governo, governo do estado do Acre, e vou dizer uma coisa para vocês aqui agora, olhem bem dentro dos meus olhos, vocês agora têm uma oportunidade em outubro, não se esqueçam não, está na mão de vocês, o prefeito está bem para pedir voto para o candidato dele, quem vai dizer vocês, não se esqueçam não, que passa ligeiro, e eu tenho que registrar aqui hoje que é do meu partido, partido progressista, após 45 anos depois, vocês mulheres, tem uma governadora que foi impostada agora, quarta-feira de fato de direito, chamada Mailsa Assis, que vai para uma reeleição, então olhem bem, parem, reflitam um minuto, que depois quem sofre é você, o jeito que vocês estão sofrendo, que quatro anos demoram, demoram a passar, custam, foi um ano, nós estamos hoje dia 7 de abril, os filhos de vocês não foram para a aula, eu falo porque eu cheguei aqui nessa cidade com identidade, minha vida quase toda foi estudando na zona rural, eu sei o que é isso aí, é ruim faltar aula, é ruim perder ensino, é ruim ir para lá dia de sábado, e eu me coloco também assim, do jeito que os professores colocaram aqui ontem, que se está tudo organizado, organizada a gestão, os professores agora vão ter que dar aula onde eles sabem quem é que quer, o cara podendo estar em casa no final de semana, os filhos de vocês poderiam estar em casa também onde eles sabem, mas agora vão ter que ir para a aula, para não perder o ano letivo, mas isso tudo é o que? É de uma máquina, um conjunto, é uma corrente; a saúde, a educação não andam se a obra não estiver bem, porque é a obra que torna os ramais. Aí vem onde a finança tem que ter dinheiro para abastecer, abastece mil de disel hoje, Sebastião, é oito mil reais, está oito conto disso, com esse presidente que está aí, que é outro também que vocês têm que tirar do poder, vocês têm agora o poder de tirá-lo, mas quem está achando bom continua, é a democracia, continue, está achando que está bom, continua votando, não está, muda. Então aqui vai acabar a sessão, aqui nós vamos lá no prefeito, não tinha essa necessidade, mas eu convoquei ontem lá com vocês, que é para vocês ouvirem da boca dele, ouvirem do financeiro, entendeu? Porque nós vereadores somos apertados todo santo dia, todo santo dia nós somos apertados, são 12 mil habitantes, são 7 mil eleitor, e o Marconi sempre fala isso aqui, quem tem que resolver o problema é nós mesmo, porque vocês escolheram nós, é vereador, é secretário, é prefeito, só que o gestor da parte quem tem a caneta e quem manda na cidade é o prefeito, e eu falei isso aqui para ele, falo sempre, falo em tribuna, falo pessoalmente, falo conversando, falo apertando, sei que muita gente não gosta de mim, não tem problema, já falei isso aqui, entra na fila dos que não gostam, quem tem que gostar de mim é minha mulher, minha mãe, meu pai e minha menina, o resto tem o que cobrar e não dá mais, são 16 meses, um ano ficou no retrovisor e nós entramos em abril, dia 28 de abril agora é aniversário do município de novo, vou falar mais uma vez, eu falei um ano atrás, se não se cuidar não vão pintar a calçada de novo, a iluminação pública da cidade está escura, os barcos estão todos sujos, aí agora para completar tiraram o caminhão de lixo, vamos ver como é que vai ser, o urubu está tomando de conta, aí se o vereador posta uma foto no vídeo que o vereador é ruim, que o vereador perseguidor, que o vereador, não irmão, nós somos cobrados por vocês, e o teto da paciência esgota, a minha já está na limite, e eu tenho sido um parceiro, e o cara sabe que se eu for para a oposição, tem ninguém que vai para o sul, não aguenta, arria, não aguenta, eu não dou uma semana, e falei aqui em tribuna, na gestão passada, eu não sou alguns gestores que passaram aqui, e que querem fazer motim, que querem tirar o prefeito de um tapetão, eu não, se eu for o prefeito dessa cidade vai ser no voto, só que prefeito, tome conta da sua cidade, tome conta da sua cidade, chame os secretários na chincha, tem que falar o linguaja que todo mundo sabe, aperta, aqui ninguém é mais recentezinho, bebezinho que entrou não, a maioria vem de quatro anos de gestão, entraram de novo, não está dando conta, tira, dois minutos seu presidente, não está dando conta, tira, eu acho que assim que tem que ser feito, então aqui o discurso de todo mundo foi, aqui mais uma vez, então fique aqui a minha solidariedade, a você irmãs, vamos até lá daqui a pouco, vou até mandar mensagem, ver se vai caber todo mundo lá, se não vem para cá, e a você Marconi, pelo desrespeito que o Evaíl fez passar, e que o promotor colocou ele no lugar aqui, e que isso não venha acontecer, com ninguém, porque essa casa como disse, é uma casa de respeito, a vez que o delegado se levantou contra mim, ele se deu mal, e essa tribuna ela tem poder, a segurança da cidade mudou ou não mudou? O roubo continuou ou não? Parou? Há quanto tempo não tem uma caminhonete assaltada, levada, uma morta? Tem que ter posicionamento, tem que ter fala, tem que ter postura, e o rádio disse: "Eu, prefeito de uma cidade dessa, quem manda nela sou eu, eu mando, ninguém manda em mim não, eu mando. Faça isso, mande na cidade, mande no seu secretário, o povo está sofrendo. Deus abençoe, que Deus nos ajude.  ORDEM DO DIA. Não ouve ordem do dia.  EXPLICAÇÃO PESSOAL. Não houve oradores inscritos. PALAVRA DA PRESIDÊNCIA — Não havendo mais nada a tratar, dou por encerrada a presente Sessão Ordinária, convidando todos os presentes para a próxima sessão, que acontecerá em dia e horário regimental.

_______________________________             ______________________________

Diego Souza Nascimento  Willian Tessinari Xavier

Presidente                                                    1° Secretário

Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial, mas facilita a pesquisa para localizar a publicação oficial.

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16 de abril de 2026

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