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05ª SESSÃO ORDINÁRIA - 17/03/2026

Ata da 5ª Sessão Ordinária Realizada no 3° período na 2ª Sessão Legislativa da 9° Legislatura da Câmara
Municipal de Capixaba - AC.

Legislação
Sessão Ordinária

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Aos dezessete dias de março do ano de dois mil e vinte e seis, às nove horas, na

Câmara Municipal de Capixaba, em sua sede própria, sito à Avenida Governador

Edmundo Pinto, no 1.220, Centro, em Sessão Ordinária presidida pelo Vereador

Presidente Diego Souza Nascimento e secretariado pelo Vereador Willian

Tessinari Xavier, reuniram-se os Vereadores: Felipe Costa de Souza, Ângela

Maria Alves de Paula, Sebastião Oliveira da Silva, Bruno Caetano Silvestre

Machado, Marconde Freitas da Silva e Adriano de Lima Ingre. EXPEDIENTE:

Foi lido o Ofício no 017/2026, encaminhado ao Secretário Municipal de Saúde,

senhor George Eduardo Carneiro Macedo, solicitando providências quanto à

limpeza das unidades de saúde do município, bem como a manutenção dos veículos

utilizados no atendimento à população. Ofício no 018/2026, encaminhado ao

Secretário Municipal de Esporte, senhor Eclesiarte Oliveira, solicitando a limpeza e

manutenção das quadras esportivas, bem como o fortalecimento das atividades

esportivas no município. Ofício no 019/2026, encaminhado ao Secretário de Estado

de Esporte e Lazer do Acre, senhor Ney Amorim, solicitando apoio, em parceria com

o município, para ações, projetos e investimentos voltados ao fortalecimento do

esporte local. Ofício no 043/2026, oriundo da Prefeitura Municipal de Capixaba,

encaminhando para apreciação legislativa os Projetos de Lei no 008/2026 e no

009/2026, que dispõem sobre abertura de crédito especial por superávit financeiro

no orçamento vigente. Foi ainda apresentada justificativa de ausência do vereador

Richard Lima de Oliveira, em razão de realização de exames médicos na data da

sessão. PEQUENO EXPEDIENTE. ORADOR – Vereador Diego Souza

Nascimento. Quero desejar um bom dia a todos. Agradecer, primeiramente, ao

nosso Deus pela oportunidade de estarmos aqui mais uma vez. Cumprimentar a

mesa, em nome do presidente Felipe Pacheco; as comissões, em nome do vereador

Marcondes; nossos funcionários, em nome da nossa amiga e jurista doutora Tânia;

nosso público presente, em nome do senhor Nildo, do seu netinho que está aqui, do

meu pai, meu amigo Jair de longas datas, mais conhecido como Gordinho, do nosso

assentamento ali em São Gabriel. Dizer que é motivo de alegria estarmos aqui

reunidos novamente e desejar também um bom dia, uma semana especial a todos

que nos acompanham pelas redes sociais. Quero começar meu discurso aqui hoje,

Gordinho, aproveitar a sua presença, que está aqui, morador de São Gabriel há

mais de 30 anos. Você que foi contemplado ali com o projeto de açudagem, tanque,

da emenda do deputado Tadeu Assem, em parceria com a Prefeitura Municipal, com

o prefeito Manoel Maia, Secretaria de Agricultura, na pessoa do secretário Tadeu

Assem. Esse tanque, essa emenda, tem ajudado ali os nossos produtores rurais,

dona Ângela, de forma bacana. Muitos que estão sendo contemplados até hoje não

estão tendo custo, não estão pagando. Isso é motivo de felicidade e alegria quando

a política pública chega até as pessoas de uma forma que, do nosso mandato

enquanto vereador, do nosso deputado estadual, via governo, ou até mesmo da

prefeitura, que é isso que as pessoas esperam de nós. E começar aqui também

falando dos ofícios que eu fiz. Essa semana eu estou me recuperando, passei uma

semana bem ruim. Estou com um problema na coluna e no nervo ciático, está bem

inflamado, bem atacado. Mas não poderia deixar de vir aqui hoje, diante de

inúmeras mensagens e ligações que as pessoas têm nos procurado, enquanto

vereador. E essa semana, dona Ângela, a gente começa a dar mais valor quando a

gente precisa do poder público. Eu, essa semana, tenho ido ali na nossa amiga

fisioterapeuta, a Alba, no qual eu quero aqui registrar: é uma excelente profissional,

muito competente, mas que infelizmente não consegue avançar ainda mais,

Marcondes, por conta da problemática de não ter condições mínimas. Eu estou aqui

com os ofícios que ela me encaminhou. Ela fez ofícios pedindo ao poder público

desde 2021. Nós estamos em 2026. Há cinco anos ela cobra do poder público o

mínimo. E o que é o mínimo? Uma maca fixa, kit de ventosas, bandagem,

aparelhos, kit de quatro barras, barra paralela — o mínimo que ela, como

profissional, precisa para exercer a sua função, o seu profissionalismo, no qual ela

passou mais de cinco anos em uma faculdade para exercer essa profissão, que

ajuda tantas pessoas. Hoje, o número na nossa cidade aumentou muito em relação

às pessoas que precisam do poder público, relacionado à saúde, à fisioterapia, à

hidroginástica. A dona Lurdes veio aqui comigo semana passada com um idoso. Eu

mandei mensagem para o Jorge, liguei para ele, para o secretário, para que ele

entrasse em contato com o nosso amigo presidente do Sinteac, para que eles

pudessem disponibilizar aquela piscina, para que a gente pudesse fazer uma

parceria e que as pessoas pudessem fazer aquela hidroginástica ali dentro. E eu

vejo falar em tanto dinheiro para a nossa cidade, para a nossa saúde, tanto dinheiro,

mas quando é na prática, é totalmente diferente. Isso aqui eu não estou fazendo

politicagem, não. Eu estou falando de gestão, estou falando de pessoas. E estou

falando também de uma situação que está insalubre nos nossos postos. Eu andei

essa semana nos nossos postos de saúde. A situação não está boa. Então, assim,

hoje eu trago essa preocupação das condições de higiene de alguns postos de

saúde, que deveriam ser um ambiente de cuidado e que está se tornando um risco à

saúde. A verdade é essa. Estamos vendo sujeira, falta de limpeza, situações que

expõem pacientes e profissionais. E quem procura atendimento já está vulnerável.

Quem vai em um posto de saúde está vulnerável. Então ele não pode enfrentar esse

tipo de problema. Isso não é política. GRANDE EXPEDIENTE. 1o ORADOR -

Vereador Diego Souza Nascimento. Dando continuidade, bom dia novamente.

Cumprimentar aqui o meu amigo Vidal, sempre presente nas nossas sessões.

Então, quem procura o atendimento já está vulnerável, e esse tipo de problema só

aumenta. Isso não é questão política, é questão de responsabilidade. Então eu fiz os

ofícios solicitando providências imediatas para garantir limpeza, dignidade e respeito

à nossa população. Saúde não combina com descaso. Nós estamos falando de

gestão pública. O secretário George, por ele ser presidente lá do COSEMS que eu

até parabenizo nesse sentido, porque é bom para o nosso município, mas por outro

lado ele tem deixado o município um pouco esquecido, porque ele viaja muito

representando o estado todo e acaba acarretando essas situações. Nossos postos

estão precisando, imediatamente, de reforma. As pessoas estão nos cobrando isso.

Os profissionais da saúde estão nos cobrando isso. E eu, essa semana, fui aos

postos de saúde aqui da cidade e vi que realmente a situação não está boa. Então,

assim, eu peço aqui encarecidamente que venha a ser feita toda essa sondagem.

Os carros precisam estar com manutenção, porque rodam todos os dias as

caminhonetes, as vans e carregam pessoas, carregam vidas. Eu sei que quem

dirige está sujeito a acidentes, a bater ou alguém bater na gente. Mas a

caminhonete nova da saúde já está batida. Então a gente pede que cuidem. Eu

sempre falo aqui: não vai cair a mão de ninguém Gordinho, você como mecânico e

operador sabe disso se todo dia abrir o capô do carro e olhar o óleo e a água. Não

cai a mão de ninguém. Pode ser nova como for: olhe a água, olhe o óleo, olhe os

pneus. Os pneus dessas caminhonetes, desses carros, estão ruins, estão críticos e

carregam paciente todo santo dia. Então eu estou aqui fazendo um apelo ao

secretário de saúde para que venha ver toda essa situação e que pare de fazer

politicagem. Porque vir aqui reunir o pessoal no final de semana, passar um rolo de

tinta na frente, inaugurar, é muito bom. Mas eu quero saber, de fato, de direito e de

verdade, como estão os postos, como está a fisioterapeuta. Sabe o que acontece,

dona Ângela? A Alba, nossa fisioterapeuta, compra as fitas elásticas com o próprio

dinheiro. Ela usa o aparelho dela que ela comprou para usar na mãe dela no

trabalho. As agulhas de acupuntura são dela. Ela tira do salário dela para comprar.

Isso não é justo. Isso aqui não é justo. Isso aqui não dá. Nós temos que fazer

gestão. Nós estamos falando de uma pauta importante da secretaria, que é a saúde.

É mexer com vidas. Então que fique aqui esse registro, porque vai cansando. Nós já

estamos com 15 meses de gestão. Um ano passou, 2025, e já estamos em março

de 2026. E é uma gestão que está dando continuidade. Então a gente tem que

cobrar. Porque a gente manda ofício, às vezes não é respondido. A gente liga e não

é atendido. E aí, quando a gente sobe aqui, muitas vezes o vereador é mal

compreendido, como se estivesse perseguindo secretário. Mas não é isso. Ninguém

está perseguindo ninguém, não. Só que se nós não fizermos o nosso papel de

legislativo e cobrar o executivo, aí nós não estamos fazendo gestão. E nós não

estamos aqui para executar estamos aqui para fiscalizar. E nós temos procurado

ajudar. Eu, particularmente, tenho procurado ajudar sempre. Se quiser ir ao governo

comigo, qualquer secretário, eu estou aqui para ajudar. Estou aqui para tentar

destravar as coisas que estão emperradas. Porque as pessoas precisam ter, de fato,

seus direitos garantidos. Precisam de política pública voltada para elas. Então a

pauta da saúde hoje era relacionada a isso: essa cobrança. E eu espero que seja

atendido de imediato. E, por favor, também falar dos ofícios que eu fiz relacionados

à Secretaria de Esporte. Sempre pedi, já fiz vídeo lá naquela pracinha relacionada

às crianças. Eu não estou pedindo para cobrir uma quadra, para fazer um negócio

gigantesco, para gastar 50 ou 100 mil, não, Vidal. Estou pedindo ali em frente à tua

casa, onde os teus netos brincam, onde as crianças daqueles bairros brincam, que

não foi espalhada uma areia, que não foi passada uma tinta em uma trave, que não

foi colocada uma grade melhor, que não tem uma bola para aquelas crianças, que

não tem uma rede. E eu não estou pedindo um negócio de outro mundo, não, dona

Ângela. Estou pedindo o mínimo. Agora, eu tenho que ir lá ensinar a fazer isso aqui?

Sério? Eu vou até dar aqui uma comparação, Gordinho. Você é um tirador de leite.

Você tem 15 vacas de leite. Todo dia você entrega 150 litros. O cara tem que te falar

que todo dia tu tem que ir às 5 horas da manhã tirar o leite e que às 11 horas tu tem

que prender o bezerro? Acho que não precisa. Isso aqui é o mínimo que o cara tem

que fazer. Secretário de Esporte, vá até o Ney Amorim. Eu estou aqui. Quero ajudar,

vamos juntos. Está com problema? Está com dificuldade? Eu quero ajudar. Eu te

chamei aqui, eu quero ajudar. Agora, o que eu não posso é ir fazer o teu trabalho,

irmão. Não dá. Chega. Eu estou sendo cobrado todos os dias. Prefeito, reúna seus

secretários uma vez por mês. Determine metas de 100 dias para cada um. Você tem

isso aqui para fazer. Você tem isso aqui para fazer. Quais as condições que você

precisa para avançar nessa área? Delegue. O líder tem que delegar. Secretários,

reúnam suas equipes. Conversem com a comunidade. Eu conversei, eu fui lá. A

senhora foi secretária, está no segundo mandato. Estamos indo para mais de 10

anos de gestão. A senhora não quer deixar o seu nome naquela placa ali, naquela

creche? Eu queria. Eu quero ajudar. Quero que as coisas andem na nossa cidade.

Agora o que não dá é ir passando o ano, passando o ano. Estamos sendo cobrados

todo dia. A cidade está suja, a cidade está escura. Daqui a 40 dias é o aniversário

do município, dia 28 de abril. Se nós não nos alertarmos, não vai ser pintada nem a

calçada da cidade, nem a iluminação da principal. Mais uma vez, o mínimo. O

Osmar esteve aqui hoje, lá na Promissão. O transporte escolar não está passando,

as pontes estão caindo. O povo está cobrando. Hoje cedo vieram cinco produtores

perguntar: “o que tu está fazendo?” Eu sou cobrado diariamente. Quando não vão

na minha casa, vêm aqui na Câmara. Eu estou aqui para receber e aguentar todas

as críticas. Agora, o que não dá é para eu fazer papel de secretário e prefeito. Eu

não sou executivo. Eu sou legislativo e tenho alertado dos problemas e tentado

ajudar para fazermos uma boa gestão. Porque quando essa Câmara vai bem junto

com o Executivo, as coisas funcionam. Nós estamos sendo educados, passivos,

sem levar para o lado pessoal. Mas chega um momento que chega. Então ficam

aqui as minhas palavras. Desejo uma semana abençoada para todos nós. Contem

comigo. Muito obrigado. 2o ORADOR - Marconde Freitas da Silva. Bom dia a

todos. Cumprimento a mesa na pessoa do presidente Diego, a comissão na pessoa

da vereadora Ângela, nosso amigo Vidal sejam bem-vindo , Chiquinho, Nildo, nosso

amigo Jair, operador de máquina. Sejam todos bem-vindos a esta Casa de Lei.

Quero iniciar este grande expediente falando a respeito de indicações que fiz para

as escolas Maria Fernandes de Amorim A e Maria Fernandes de Amorim B,

localizadas no Seringal Vila Nova. Fiz essas indicações no ano passado, no mês de

maio, solicitando a construção de cerca para evitar que animais invadam a escola. E

as minhas indicações não foram atendidas. É uma coisa simples. Ali na beira do rio,

onde fica a escola Maria Fernandes de Amorim A, o pessoal que vem do centro

solta seus animais, e a gente vê o sofrimento, os animais andando dentro da escola.

Pode acontecer de um coice acertar uma criança. Mas continua tudo do mesmo

jeito. Quero falar também, senhores vereadores, sobre o transporte escolar. As

aulas iniciaram e, para surpresa de todos, os problemas continuam. Fala-se muito

do dinheiro que chega em Capixaba, mas as coisas só pioram. Dizem que é por

causa dos ramais ruins. Concordo que os ramais estão ruins. Mas se um carro sai

da revisão e no primeiro dia já quebra, tem algo errado. Teve ônibus que quebrou

até na BR, andando no asfalto. Então eu acredito que esses veículos não estão

sendo revisados de verdade. O ônibus da linha do ramal Chico Mendes quebrou na

sexta-feira, foi levado para Rio Branco, e quando voltou, já quebrou novamente,

faltando cinco quilômetros para chegar em Capixaba. Então está faltando mais

atenção. Levar esses veículos para oficinas que realmente resolvam o problema.

Porque quem é cobrado somos nós, vereadores. A população não tem o telefone do

secretário, mas tem o telefone do vereador. E a gente está na rua, nos ramais,

vendo tudo isso de perto. Nós fomos eleitos para cuidar do povo. Mas o povo está

esquecido pela gestão. E vem cobrar da gente, que somos fiscais. Eu, pelo menos,

estou aqui para defender o direito do povo. Não estou aqui para defender secretário

nenhum. Quero falar também, pegando a fala do presidente, que ontem estive no

posto de saúde, juntamente com o vereador Bruno e o vereador Sebastião. A

vereadora Ângela já havia ido lá. E, para nossa surpresa, encontramos um banheiro

que há mais de um ano não funciona por falta de um vaso sanitário. Um banheiro

trancado por falta de um vaso. E se fala em tanto dinheiro que vem para Capixaba.

Ao mesmo tempo dizem que não tem dinheiro, que o município está em crise. Mas

vemos situações que não se explicam. O vice-prefeito tem uma pessoa para

acompanhar ele, só para tirar foto e fazer vídeo. E essa pessoa é paga pela

prefeitura. Para quê isso? Estão brincando com dinheiro público? Se eu quero

aparecer, eu tenho que dar meu jeito não é com dinheiro público. Quero relembrar

também sobre o caminhão da feira. Hoje faz 57 dias que não atende os produtores.

57 dias sem assistência. E quando o vereador cobra, o secretário acha ruim. Mas é

o dever do vereador cobrar. Porque se eu estou aqui, é porque já fui cobrado,

pressionado e questionado pela população. Isso virou uma bagunça. Falta de

respeito com a população. E ainda cobravam passagem dos produtores. Para onde

foi esse dinheiro? Para onde foi esse dinheiro? O supermercado era quem abastecia

o caminhão. E esse dinheiro foi para onde? Vou solicitar, senhor presidente, que o

secretário venha a esta Casa dar explicações. Porque até agora esse problema não

foi resolvido. E digo mais: essa é a pior gestão da Secretaria de Agricultura que já vi

nesses meus cinco anos de mandato. Os produtores estão abandonados. E, assim

como eu me sinto ofendido, eles também se sentem. Nós somos cobrados

diariamente. O secretário precisa ir nas comunidades dar explicações. Foram lá,

fizeram reunião, prometeram muita coisa. E agora? Por que não vão lá explicar o

que está acontecendo? E ainda ligam para o vereador perguntando do caminhão da

feira. O vereador não é secretário de agricultura, não. Eu estou aqui para fiscalizar.

Tem que ligar para quem está na pasta. Nós somos o para-choque do povo. Somos

nós que levamos as cobranças. Enquanto isso, tem gente só aparecendo, querendo

ser bonitão. Tem que trabalhar para a população. Tem que prestar serviço. Nós

fomos eleitos para isso. E eu vou continuar cobrando nesta tribuna enquanto esse

caminhão não voltar, doa a quem doer. E estou à disposição para conversar com

qualquer pessoa da Secretaria de Agricultura. E não vou parar de usar esta tribuna.

Porque quem pede isso é o povo. E, se não resolver, eu vou trazer o povo aqui, em

frente à secretaria, para cobrar. Quero agradecer a presença de todos. Senhor

presidente, estarei aqui na próxima sessão. Muito obrigado. 3o ORADOR - Bruno

Caetano Silvestre Machado. Bom dia a todos. Quero cumprimentar aqui a mesa

em nome do nosso presidente Diego, todos os vereadores em nome do nosso

amigo Marcondes. Quero dizer, Marcondes, que eu concordo em 100% com o que

você falou aqui em cima. Cumprimento a todos que estão presentes aqui em nome

da minha família que hoje está aqui presente. Minha mãe, minha mulher, nossa

Julinha, nossa menina, meu pai. O povo há muito tempo, as pessoas têm nos

cobrado, né, vereador Sebastião, que é de lá de dentro, está cansado de receber

cobrança do povo da Alcobraz e nada a ser resolvido. Nós estivemos lá para ver a

situação daquela ponte e de fato não tem mais condição da gente aceitar que

aquela ponte continue daquela forma. Um problema simples de ser resolvido,

simples, mas que ninguém dá a mínima atenção. As três pontes do asfalto estão em

uma situação delicada, se não na parte de madeira, mas na parte de cabeceira de

asfalto ali está tudo caindo. Eu tive dificuldade, entrei com o carro da Câmara, tive

dificuldade de passar para não estragar o carro. Imaginem quem tem que passar por

lá todo dia. A gente sabe que tem destinação de recurso federal, né, presidente?

Vocês foram para Brasília, conseguiram recursos para construir as fontes de

concreto, porém a gente sabe também que isso demora para chegar aqui no

município de fato. Uma hora vai chegar, mas demora. Enquanto isso não chega, é

tão difícil que a Secretaria de Obras vá lá e arrume quatro, cinco pedaços de

madeira para tampar o buraco daquela ponte para as pessoas conseguirem transitar

com dignidade. Eu acho que não é tão difícil assim. É algo que dá para ser feito até

que essas pontes de concreto, de fato, cheguem no nosso município. Outro ponto

aqui, meus amigos, que já foi tocado por outros colegas vereadores aqui no assunto,

sobre a situação da saúde do nosso município. Ontem, como o vereador Marcondes

colocou, nós estivemos visitando o posto de saúde Herminda Dallas e o que nós

encontramos lá é uma situação deplorável. Os postos de saúde do nosso município

não recebem reformas desde que o Manuel assumiu. Nós já estamos no sexto ano e

nós não tivemos um posto de saúde reformado de forma completa. Há seis anos nós

não vemos uma ambulância nova nesse município. Andam com aquelas duas

ambulâncias que, graças a Deus, o tão criticado ex-prefeito Joãozinho deixou. Há

seis anos não tiveram capacidade de comprar uma ambulância nova. E se fala de

tanto investimento na saúde do nosso município. Eu, por mais de uma vez, subi aqui

nessa tribuna para elogiar o trabalho do nosso secretário George, mas hoje não dá,

George. Hoje a gente está aqui para criticar e falar das coisas que precisam ser

resolvidas. Sim, é uma vergonha que a gente tenha, num posto de saúde destinado

a atendimento de emergências, somente dois banheiros para atender a população e

um deles não tem banheiro. Um deles não tem vaso sanitário. Começou a funcionar

naquele posto o atendimento dos ultrassons. São atendidos semanalmente mais de

50 pessoas. Tu já imaginou 50 pessoas, fora os do atendimento de emergência,

utilizando o mesmo banheiro no dia, presidente? Como é que fica? Nem na casa do

secretário tem só um banheiro para usar. Mas no posto de saúde as pessoas são

obrigadas a utilizar um banheiro porque o outro não tem um vaso sanitário que

quebrou, pelo amor de Deus. Não é possível que não dê para resolver sequer o

problema de um vaso sanitário. Sinceramente, não dá para aceitar. Fora todos os

problemas estruturais que tem nos postos de saúde, mofo para todo lado, as

paredes estão pretas de mofo, a sala de curativo, que era para ser uma sala

esterilizada, que vai atender pessoas que estão com feridas abertas, que já estão

indo lá para cuidar, para não ter infecção. Aí você é atendido numa sala daquela,

presidente. As paredes estão pretas de mofo. Como é que a gente vai aceitar um

negócio desse? Como é que a gente vai continuar no município desse jeito? Não dá.

Sinceramente, para mim, não dá. É um descaso muito grande com a população do

nosso município em todas as secretarias. Não escapa uma, nenhuma. Quero falar

sobre outro ponto aqui, que nós já cansamos de falar, presidente. Coleta de lixo.

Hoje pela manhã, eu recebi um vídeo lá da Vila Mariana. É um lixeiro grande que

tem lá, se não me engano, acho que é um freezer velho, de duas portas, até a

tampa de lixo. Há quantas semanas, há quantos dias que esse lixo não é coletado

para chegar naquela situação? Será possível mesmo, secretário Bile, que não dá

para fazer uma coleta semanal ali na Vila Mariana, não? Será que dentro do nosso

município não dá para fazer as coletas em dia, não? Esse dia eu escutei que a

coleta tinha parado porque não dava para entrar no ramal Brasil-Bolívia porque não

estava dando acesso, estava chovendo muito. Tu já pensou? É um ramal que a

própria gestão utiliza todo santo dia para levar lixo. Eles não sabem, não, os pontos

que ficam ruim para eles arrumarem no verão para quando chegar no inverno o

caminhão deles poder rodar. Nem aquele alísono não conta de arrumar. Não dá,

meu irmão. Não dá. As coisas nesse município estão indo de mal a pior e ninguém

faz nada. Nada. Ninguém resolve nada. Aí a gente é obrigado a ver vídeo do prefeito

em Brasília anunciando mais de 10 milhões de investimentos para Capixaba. Junto

com o senador, o senador fala. Capixaba tem senador e tem prefeito. Olha, pode até

ter senador, mas prefeito não tem, não. Se tem uma coisa que Capixaba não tem

mais, é prefeito. Porque se dentro da Câmara aqui, presidente, os funcionários não

estiverem trabalhando do jeito que tem que ser, quem é que tem que chamar a

atenção? O senhor. E se dentro da prefeitura os funcionários não estão atendendo a

população e resolvendo os problemas do jeito que tem que resolver, só tem uma

pessoa que pode resolver esse problema. Chama-se prefeito. Prefeito, contrata

alguém para cuidar da sua terra, prefeito. Você foi eleito para cuidar da nossa

prefeitura. O senhor está muito preocupado com a sua plantação de café e com a

sua terra na Bolívia. E a nossa prefeitura, a nossa cidade está abandonada. Quero

falar sobre outra situação aqui, prefeito. Cobrar mais, prefeito, não. Quem sabe

daqui a uns dias, mas por enquanto, presidente. Dos equipamentos da Câmara,

presidente. Será que O que nós precisamos fazer, presidente, para os equipamentos

da Câmara chegarem aqui? A dona Marli saiu de férias antes do nosso recesso, ou

no finalzinho do nosso recesso, implorando por um computador para trabalhar,

porque o dela não tinha mais jeito. E se o computador da dona Marli não funcionar, a

Câmara para. Ela voltou a trabalhar, passou todo o período do nosso recesso,

passou o período de férias dela, e os equipamentos não chegaram, e o computador

não chegou. Se hoje a dona Marli está trabalhando com o computador, foi porque

essa casa aqui comprou o computador, porque não dá mais para esperar que a

nossa gestão resolva alguma coisa. Nem mesmo quando não depende do dinheiro

deles para resolver, eles dão conta de resolver. Não dá mais, presidente. Nosso

município está abandonado, nosso povo tem nos cobrado. E a gente, infelizmente,

fica sem resposta. Então, nós precisamos agir de forma diferente, do jeito que está,

realmente não dá mais. Meus amigos, um bom dia a todos, por hoje é só, e até a

próxima sessão. ORDEM DO DIA. Foram aprovados por unanimidade os projetos

de lei no 005/26, 006/26 e 007/26. Teve também parecer favorável por unanimidade

o requerimento no 01, sobre a doação dos forros para a paroquia Santo Antônio.

EXPLICAÇÃO PESSOAL. Não houve oradores inscritos. PALAVRA DA PRESIDÊNCIA — Não havendo mais nada a tratar, dou por encerrada a presente

Sessão Ordinária, convidando todos os presentes para a próxima sessão, que

acontecerá em dia e horário regimental.



Diego Souza Nascimento 

Presidente


Willian Tessinari Xavier

Presidente 1° Secretário

Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial, mas facilita a pesquisa para localizar a publicação oficial.

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Data da Publicação:
Órgão:

24 de março de 2026

Câmara

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